High Times

26/10/2009 · Deixe um comentário

Eu realmente estou pensando que vi bastante coisas na vida, mas essa eu achei sensacional, até me isncreveria, mas acho que já sou lesada o bastante. E tem gente que acha que eu uso, mas juro que minha risada de escárnio e humor ácido é natural, pessoal.

O que acham de uma Olimpíada de maconha? adorei…

Leia mais aqui: http://hightimes.com/public/cancup/

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Fun Theory

23/10/2009 · Deixe um comentário

Uma boa ideia nas mãos de empresas e pessoas inteligentes o bastante para captar a essência de certas nuances sutis dos seres humanos. Ser melhor, e agir com atitudes mais leves, depende muitas vezes de criatividade e de bom humor. Vamos brincar?

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Daqui mesmo

22/10/2009 · Deixe um comentário

Eu voltei, daqui mesmo de onde nunca saí. Olho para a imensa tela branca e nada me passa pela cabeça a não ser a sensação de que preciso colocar algo aqui. Escrever algo, enfim. Depois de semanas de intensa produção literária, de doar tanto de mim, e de me ver dividiva em partes, em páginas, em papel, de ver meu nome em sua autoria. Não sai nada.

Isso pode ser de certa forma angustiante. Produzir é inerente à vida, o tempo todo estamos tentando construir algo. Quando esse processo acaba, ou se interrrompe parece que esvaziou algo, que secou. Talvez não. É só uma pausa, para algo, ou para o próximo passo. O respiro para mais uma corrida ladeira acima.

Que venha…

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Book by Its cover

22/09/2009 · Deixe um comentário

Eu fico me perguntando como tem gente, que acha tanto coisa legal e consegue juntá-las num lugar assim como um blog, e claro, fico pensando também que se faz tanta coisa boa, coisas deliciosas de ver, que aguçam a gente, por dentro. Nos desafiam a sair de onde estamos e soltar a mente. Para mim, isso está se tornando um exercício diário, de ansiedade, e ao mesmo tempo, de auto-conhecimento, e de busca.

E nessas buscas encontrei esse blog, sensacional, o Book by its cover

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Branco

22/09/2009 · Deixe um comentário

Sou uma folha de papel, em branco, o tempo, as circunstâncias e os dias são a caneta, a pena, e as teclas.  Eu estou sempre sendo reescrita, o tempo todo.

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O rosto está OK, já a voz…

13/09/2009 · Deixe um comentário

Whitney Houston está de volta, mas vamos combinar meu povo, a voz está seriamente comprometida, uma pena.

O vídeo foi liberado pela RS:

whitney Houston raises

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Tudo azul (por enquanto )

13/09/2009 · 1 Comentário

O domingo está muito lindo. Quando acordei, olhei direto para o céu, feliz por ter acordado e por mais um dia de folga da loucura. Embora muito trabalho sempre exista para quem procura. Eu, me reservo o direiro de não procurar nada, de não buscar por nada, somente hoje.

O céu, de azul de photoshop, me afronta, me pergunta e me dá as respostas. Eu tenho no peito uma boa parte das estrelas que brilham no azul escuro da noite, de resto, vou levando junto comigo. Não quero viver de pensar no futuro, quero saborear este presente. Afinal é o que tenho agora.

Sou feliz. Apesar de ver o quanto me fazem querer acreditar no contrário, não preciso explicar a situação do país, ou mostrar dados, fazer um abre de texto todo especial, todo mundo sabe, e pouca gente sai disso, pouca gente faz da sua vida algo relevante e diferente. Eu quero me incluir nessa pequena parcela, ainda não sei se sou capaz, talvez seja, talvez não, mas pensar nisso me faz flutuar na atmosfera e ir visitar outro planeta. Nesse momento é só disso que preciso, é só nisso que quero pensar.

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Por que hoje é sábado in Beirut

12/09/2009 · Deixe um comentário

As músicas do Beirut me comovem. Adoro.

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A arte da carpintaria

12/09/2009 · Deixe um comentário

Se alguma vez você se viu às voltas com um carpinteiro, olhe e aprenda, porque todos nós o seremos, se ainda não o fomos. Dê muito valor, e jamais diminua essa função. Ela é o espelho do que nós que nos expressamos por meio de palavras, fazemos. Vou explicar, porém, é muito mais fundo do que se imagina. Ao escrever sinto como se começasse algo bruto que vou cortando depois, modelando, pode parecer óbvio mas nunca tinha pensado dessa forma antes. Claro que sempre faço cortes e adequações ao meu texto.

O que o carpinteiro corta fisicamente, é preciso cortar na alma, às vezes, uma ideia absurda e boa lhe passa pela cabça e em seguida, ao tentar escrevê-la ela se perde, se espalha, e juntá-la de novo é praticamente impossível.

Achei esse texto em meus rascunhos e acho que ainda não vou terminá-lo, paro por aqui para pensar melhor em como continuar a escrevê-lo…

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Pela dor

09/09/2009 · Deixe um comentário

wonder woman underwater Sentimentos são o tipo de coisa que não se deve amadurecer, sentimentos maduros, geralmente apodreceram, os disciplinados que me desculpem mas o frescor é fundamental.

Não julges minhas palavras pela idade, porque nada do que digo tem idade. Me dá sede de vida quando vejo alguém com rugas no rosto e brilho nas palavras, escorrendo em cores pela boca, e se espalhando pelo asfalto quente, derretendo toda a pavimentação e fazendo abrir o tempo mais nublado. Um arco íris saiu numa brecha do paralelepípedo.

Parafraseando meu poetinha de cabeceira Zeca Baleiro, “há mais solidão num aeroporto do que num quarto de hotel barato, antes o atrito que o contrato”. Muitas pessoas, perguntam muita coisa da minha vida, e se perguntam das vidas de outrem, mas passam seus dias sem felicidade e sem paz. Há tanto oq que fazer por si mesmo. Eu mesma me lembro de algo que posso fazer por mim todos os dias. Eu procuro lutar pela paz em meio à minha ansiedade, uma veia latente no meu pescoço, que pulsa enquanto tento em vão dormir e dizer para mim mesma, que devo relaxar, desligar, desplugar e parar de twittar.

E foi com o coração doendo, que me sentei aqui no meio da madrugada para escrever. Não sei bem o motivo, se foi o vinho, ou certos imprompérios que ouvi há dias atrás, ou a minha tolice, a minha ingenuidade, ou as minhas crenças tolas, ou ainda, a minha alardeada imaturidade. Muitas vezes, a dor é quase tão insuportável quanto a necessidade de colocá-la em palavras. Muitas vezes, ásperas, outras vezes, suaves, mas tão venenosas quanto uma serpente peçonhenta. Prefiro mil vezes, que me agridam por um breve minuto do que ser bem tratada burocraticamente e com falsidade durante décadas. Sim, eu choro quando estou triste e rio quando estou feliz, faço molecagem e não me importo. Se algumas lágrimas correm agora em meu rosto, elas me rejuvenescem, e são mais por mim, do que por você que me feriu.

Em meu pranto sentido, eu me renovo, enquanto há pessoas que continuam sendo uma peça antiga que alguns admiram, mas que está sempre guardada na estante, numa distância adequada para o alcance das mãos, quando necessário. Seja qual for o tamanho da dor, essa que ressoa forte no meu peito, não será maior que eu.

Eu sou o espelho límpido daqueles que amo e que me amam. Sou assim, eu sinto, eu vivo, e eu mastigo sentimentos, eu os uso, e vou expelindo pequenas experiências, vou crescendo e acho que finalmente floresço. Não espero muita coisa de você a não ser o seu olhar costumeiramente julgador, me fitando, me gritando em silêncio o quanto eu sou inadequada no seu pequeno mundo.

Por favor, não faça-se sentido.

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