Certa feita eu me propus a escrever sobre a felicidade. Dentro desse tema pesquisei motivos de felicidade e esse conceito tão relativo, e sinceramente, declinei. Ficar pesquisando sobre isso seria o equivalente a procurar agulhas num palheiro, é difícil de encontrar, e para quê procurar tanto?? Cada um que construa a sua e blá blá. Bah. Bom, e aí? Aí que eu adoro filme antigo, e uma musiquinha antiga, meu fraco são as românticas. Se esse fato for brega para vocês meus parcos e seletivos leitores, por favor, entendam. Sinto muito, mas sou incurável, cheia de nostalgia e acima de tudo, adoro um drama e nada mais dramático do que românticas da velha guarda dos 80 e 90 como eu. Sim, eu estou velhinha e daí? Adoroooo velharias que merecem ser lembradas. Tudo começou quando assisti a propaganda da sementinha de guaraná…aquela música do Foreigner. E cá estou eu. Selecionei algumas de minhas preferidas. Isso me faz feliz. Música é remédio, faz bem, não engorda. Depende do gosto, claro. Acho que caprichei. Pipocas, meladas, mas adoráveis. Primeira parte.
Essa é a “the best”, em gênero e grau. Eu não resisto, e esse velhaco continua “hot” até hoje. What a voice. O clipe tem tudo de bom, vento, posers, olhares e cabelos, rs. Kitch, adoooro. Lembrei do Skid Row…
Dizem por aí que as melhores músicas românticas são das bandas de rock pesado. Concordo. Esse eu vi de perto no show. Ai gente, que emoção, hehe. Fazer o quê? Eu era adolescente, meu namorado até tentou entender, o cara era lindo. Aproveita e canta junto quando ninguém estiver olhando, vá.
Agora voltei um pouco mais. Essa aqui é um primor. A letra é ótima.
Hum, depois eu continuo…nossa isso aqui sim é boa ocupação.
Este título não se refere à famigerada segunda-feira, ele se refere à vida. Acho que muitas vezes, e quase sempre, normalmente, e comumente, as coisas saem mesmo é pelo avesso. Aí, a gente mastiga elas, amassa, põe um pouco de açúcar, e até acrescenta uma vodka.
É preciso traduzir, e transformar uma resposta torta, uma oportunidade esquisita, e um sorriso de canto de boca em algo agradável. Em algo capaz de satisfazer alguns desejos, necessidades, e outras coisinhas mundanas de que todos precisamos. Porque diabos as coisas acontecem assim? Eis a questão. Se ser feliz é uma decisão, isso deve fazer parte desses abomináveis momentos de aceitação das coisas ao contrário.
Só falta aprender a aceitar, a transformar, a criar. Nunca achei que viver desse tanto trabalho. Nunca imaginei que a criatividade precisava ser usada até para isso. Frustrei-me. Deveras. Sempre achei que conseguiria. Algo me fez acreditar que eu podia. E aí eu consegui algumas coisas. Nada importante para alguém além de mim. E deixei de conseguir outras, que me eram valiosas. And…não sou diferente de ninguém. Ou sou. Ainda não consigo aceitar as tempestades sem direito a bonança.
Tempo…para pensar, para pensar, para pensar, para maturar, para enlouquecer, para terminar.
Acho que o mais importante é ter história para contar no futuro. Olhar para trás e ter certeza de que se arriscou e tentou, enfim, se viveu. Gosto muito de biografias. O Johnny Cash eu conheci mais por causa do cinema, minha paixão profunda. O história de amor que envolve a vida de Cash também é atraente. Toda boa trajetória de vida precisa de um grande amor. Aliás, há algo em que um grande amor não se encaixe?
Gostos e manias à parte, amor e sofrimento caminham juntos muitas vezes. Certa pitada de fetiche, cartada do destino, etapas, não importa. Ninguém tem um caminho sem nenhum tijolinho amarelo faltando. Prefiro pensar que não faz a menor diferença se a conta fecha. Não quero mais resolver nenhuma equação. Quero apenas que aconteça.
Hurt, música de Trent Reznor do NIN, gravada por Johnny Cash
Você já sentiu como se sua trajetória fosse torta? Como se você fosse um mero espectador de grandes coisas que outras pessoas fazem. O ato de pensar é um extremo sacrifício. Lá fora, há tanto. Dentro um silêncio sem fim. Os sons das palavras soam estranhos.
A sensação é a mesma de se estar fora do corpo assistindo a própria vida. Você se levanta, caminha e até trabalha, mas na verdade ainda está deitado na cama, parado.
Tudo parece um ensaio interminável. Inclusive, naquela lista das coisas que mais interessam, nada interessa tanto assim. E aquela promessa, futuro promissor, o orgulho da família?
O que passou foi como um fogo de palha. Queimou rápido e nada deixou. Volta e meia é preciso sair caçando mais coisas para queimar. Você se pergunta para quê tudo isso. As respostas nunca vieram tão facilmente. É o silêncio, viver em paz é o que mais importa. E como normalmente acontece, a culpa é só sua. Agora perdoe-se. Isso acontece. Siga pisando forte, sem nem ao menos olhar para trás.
AMAZÔNIA, de Araquém Alcântara, Editora Terrabrasil
O dinheiro. O senhor de todos os sortilégios. Que o dinheiro move o nosso planeta eu já sabia. Mas, ainda não perdi a capacidade de me surpreender. É algo muito grave, a venda da Amazônia. Pode dar de ombros e dizer que isso não é novidade. Que o Lulinha está discursando e até abusando dos seus limitados dotes históricos para dizer que algo precisa ser feito, e tal. A Amazônia está sendo vendida, de papel passado para estrangeiros que querem essas terras para preservar. Ontem, deu no Fantástico. Placidamente, foi isso que um sueco dono de mais uma ONG que aceita doações em nome de preservação da Amazônia em seu site, disse em entrevista.
O sistema do governo consegue saber se você declara ou não seu imposto de renda de isento, veja bem, isento. Eles acham você e conseguem cancelar seu cpf, conseguem cancelar seu crédito, conseguem atrapalhar a vida de qualquer cidadão de bem, comum, que rala sem parar, e etc. Porém, conseguir controlar vendas de terras da nossa Amazônia, do alardeado pulmão do mundo, ah, isso realmente não é possível. Não dá. O sistema não tem como saber, não tem como controlar isso. O sistema só sabe ler “dollars”. Afinal, o que pode nosso podre poder contra o real poder financeiro? O quê?
Procura-se Amy, ela mesma não sabe onde está
Amy Winehouse se apresentou no Rock in Rio Lisboa totalmente cheirada e bêbada. Eu até lamento. Mas querem saber? Azar o dela, chance e condições de recuperação ela tem. Tem pai inclusive, coisa que muitos viciados não têm. Se liga, oh topetuda.
Um blog onde se encontra toda a sorte de coisas, e coisas sem sorte nenhuma. Ele amorna, chega a esquentar mas não corrobora o efeito estufa, muito menos colabora para o degelo das calotas polares.