Entradas do Julho 2008

E se fosse verdade…(mentiras que eu prefiro)

31/07/2008 · 1 Comentário

Fique calma no final tudo vai dar certo. Se ainda não deu, é porque não terminou.

De ilusão também se vive.

Não ligo para dinheiro, o importante é ter amor.

Dinheiro não traz felicidade.

Eu prometo nunca te magoar.

As aparências não enganam.

Sempre há uma oportunidade de trabalho para quem tem vontade e capacidade.

“We´ll always have Paris…”

Pode me contar tudo, não me importa, eu prefiro saber, quero os detalhes.

O país está passando por uma onda de moralização.

O presidente Lula tem boas intenções e não entende porque os brasileiros reclamam tanto.

A justiça será feita, ela tarda, mas não falha.

A polícia existe para proteger a população, podemos nos sentir seguros.

Liguei no atendimento da Telefônica, fui atendido rapidamente e meu problema foi resolvido.

Brasileiro não desiste nunca.

A VERDADE PREVALECERÁ.

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Batman para adultos

25/07/2008 · Deixe um comentário

O novo filme do Batman, The Dark Khight, é denso, pesado, e com os pés tão fincados na realidade quanto possível. Um filme somente para adultos. Em meio ao caos da cidade de Gotham City, o paraíso dos bandidos, e mafiosos, o chiquérrimo Bruce Wayne vestido de Batman, tenta manter alguma ordem. Qualquer semelhança com a realidade é mera coincidência.

O filme supreende pelas cenas de ação recheadas com supermáquinas e por seus personagens, todos eles estão bem no longa. Os fãs e estudiosos do universo dos quadrinhos comentam que muitas tomadas de cenas são reproduções exatas das hq´s, tal fato só colabora para essa obra marcante aumentar sua lista de êxitos.

Além de um traje perfeito, parafernálias tecnológicas e uma moto ( o que é aquilo?! Bat-Pod) pela qual eu provavelmente daria meu dedo mindinho, e o esperado num filme de ação eletrizante, quem chama realmente a atenção, é o Coringa, criado e interpretado pelo saudoso Heath Ledger. Ele é o vilão que quase te convence, não porque sua infância foi sofrida e ele é um mero produto do meio, é pela frieza e pela inteligência, pela facilidade em se fazer entender. 

Jack Nicholson caiu do cavalo ao dizer que o seu Coringa era inimitável. Pode ser que não. Pode ser bem melhor que ele. O Joker louco de Ledger enterra de vez o palhação retratado no filme de Tim Burton. Neste Batman que estreou dia 18, o diretor Christopher Nolan, que já dirigiu “Batman Begins” em 2005,  comandou cenas de ação turbinadas pelas técnicas ninja de Bruce Wayne. Não perca, e sinta o impacto.

Os outros personagens são igualmente interessantes, as caracterizações estão ótimas, mas servem apenas como pano de fundo para as estripulias mortais do Joker que queima dinheiro porque é louco, ou porque simplesmente não precisa dele.

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Chega de assassinatos

25/07/2008 · 1 Comentário

Meus queridos leitores, digam NÃO À MATANÇA DE ANIMAIS INOCENTES!

Em abril de 2008 foi criada a lei 12.916/08 de autoria do deputado estadual Feliciano Filho (PV), e sancionada pelo governador de São Paulo José Serra. A lei proíbe a matança indiscriminada de cães e gatos em todos os Centro de Controle de Zoonoses, Canis Municipais e Congêneres do estado de São Paulo.

A CRMV-SP ( Conselho Regional de Medicina Veterinária de São Paulo) está tentando retomar a matança. Isso é um absurdo sem tamanho. O Estado não pode eliminar seus animais como se eles fossem descartáveis. Será que pretendem começar a fazer isso com as pessoas também? Quem pode dizer que isso já não acontece?

Devemos pensar nisso, pessoal!

Ajude na luta contra isso! Assine a petição. É questão de segundos.

http://www.pea.org.br

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Isso não é uma notícia

22/07/2008 · 3 Comentários

Isso é um fato ao qual os cidadãos mais antenados não puderam dar a devida atenção, pois, a grande imprensa não pode dar o espaço privilegiado que ele merece, em meio a tantos assassinatos de inocentes e outras tragédias. A culpa não é do jornalismo, a culpa é nossa, que fabricamos esse mundo louco em que vivemos. Tanto é louco, que me admira algo que deveríamos ver aos montes. Um ato simples de solidariedade no meio do caos e da poluição. Veja, isso aconteceu há pouco mais de um mês, dois garotos salvaram esse pequeno cão da morte certa.

 

Esses garotos provavelmente não imaginam como um pequeno gesto pode ser grande.

 

 

 

 

 

 

 

Será que eram pequenos anjos procurando trabalho? He He. Tomara que eles apareçam mais.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Deve ter sido algo que já ouvi de alguém - algo que eu fiz, pois senti que devia, e depois, simplesmente segui com a minha vida.

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Words can´t say what love can do

15/07/2008 · Deixe um comentário

Vejam isso…

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Falta de luz

10/07/2008 · Deixe um comentário

A tragédia de mais um pequeno João, em seus três aninhos, me deixou chateada e preocupada. E me fez voltar até meu primeiro ano na faculdade de jornalismo . O primeiro dos livros que li, recomendado por professores, foi o “Rota 66 – A história da polícia que mata”, escrito pelo jornalista Caco Barcellos. Logo de cara ele é chocante, um thriller real. Depois de cinco anos de pesquisa, ele remonta o esquadrão da morte que agia nas ruas. No primeiro capítulo, uma viatura da polícia chega atirando antes de perguntar, e matando adolescentes  de classe alta que fumavam dentro de um carro e daí se desenrolam outros casos surpreedentes. A cena se passou como um filme na minha cabeça sonhadora e assustada de estudante, que tinha conquistado o direito de pensar que poderia ser uma luz, mesmo que pequena.

Aquela violência toda, era na época (talvez ainda seja), algo chocante para mim, naqueles tempos, quando não tínhamos blocos inteiros de jornais dedicados à violência, não tinha tido contato mais próximo com tal realidade. Trabalhei seis anos no centro antigo de São Paulo, e nunca fui assaltada ou sofri qualquer violência. Até hoje – ainda bem – saí ilesa de alguns assaltos sofridos no bairro da zona norte de São Paulo, onde moro. Apesar de me prevenir e tomar os cuidados que qualquer um toma, nunca me senti tão ameaçada quanto agora. O que sinto e compartilho com milhões de pessoas, é o medo e a insegurança perante a polícia. Falta de confiança

Eu não confio mais na polícia. Apesar de saber há policiais competentes e que querem combater os bandidos, que não saem atirando sem observar, sem tomar conhecimento da situação. Daqui para frente, os bons profissionais pagarão pelos péssimos. E pensar que os homens que fazem esse tipo de trabalho são treinados em três meses. É isso, apenas três meses. Algumas reportagens de tv mostraram depoimentos anônimos, claro, de policias dizendo que nunca tinham treinado tiro antes de saírem em seu primeiro dia de trabalho.

É claro que policiais inexperientes e sem nenhum preparo psicológico vão pensar em atirar e salvar a própria pele assim que se sentirem ameaçados. Ou seja, eles não servem para nada e são uns imbecis sem capacidades de dissernimento. O governador do Rio de Janeiro disse algo parecido, já que ele não pode chamar ninguém de filho-da-puta em público e exclamar, “assim vocês fodem com tudo, idiotas”.

Aos gritos os lamentos do pai do garoto, um taxista que trabalhava enquanto o carro em que a sua família estava era alvejado pela polícia, pedem mudanças. Não há muito o que dizer, não há muitas perguntas na boca dos repórteres, a não ser a descrição triste do fato. O detalhe afiado dessa tristeza toda, é que João Roberto é um caso em evidência em meio a centenas de outros, anônimos. Outros pais perderam filhos em balas perdidas em ações débeis da polícia. A polícia que mata antes de mais nada, aquela do Rota 66. 

E de que adianta, se o secretário de polícia do Rio diz estão comprando armas não letais, que estão investindo em treinamento e que uma universidade exclusiva da polícia está sendo planejada, se homens em quem se deveria confiar, que carregam armas pesadas, conseguem cometer bestialidades, se eles destilam suas paranóias enquanto usam uma farda e se intitulam autoridades?  

Tudo isso pode até ser algo bom, mas perde totalmente qualquer lógica diante dos fatos. Se pelo menos as coisas mudassem, se a sensação que fica não fosse de que se perdem vidas que caem num vão da realidade. Não dá para ficar assim.

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Sex and the city, the movie, the family

02/07/2008 · 2 Comentários

Sex and the city, o filme, é um deleite para as mulheres, pois, afinal de contas, os homens não têm motivos para ver esse filme. Por mais que seu marido, namorado, ou amante queira te fazer as vontades, ele vai ficar enfastiado. Oh! Pobres diabos, eles não podem entender aquilo ali, nem devem. Coisa de menina, adoooorooo!

Afinal, é muito família, a família da beleza, da moda, das coisas dispensáveis e daquelas sem as quais nós fêmeas não podemos viver: homens e moda. A grana para isso deve ser algo intrínseco. Sorry, queridas pobres e arrogantes como esta que vos fala. Mas é uma película chique, cheirando a perfume da Sarah Jessica Parker. O filme é bom, a história gira em torno do cotidiano conhecido pelos expectadores do seriado. Mas não é um episódio mais longo, tem seu brilho e sua fartura de ingredientes. E o melhor continua sendo que a realidade das quatro amigas, é um outro mundo, com mais grana, claro, para a realidade das mulheres brasileiras.

Olha, sinceramente. Amei aquele figurino. Marca registrada da série. Se você está em fase casamenteira, oh…Berenice, segura, é de surtar. As roupas da Carrie são as minhas preferidas, mas eu faria um mix com um toque de cada uma delas. Os cintos. Ah! os cintos. A trilha sonora é gostosa de ouvir, e romântica na medida, sem ser brega. Tsc, enfim. Vão ver, mulherzinhas, vão!

Jantares, almoços ou simples cafés da tarde, são acontecimentos glamourosos, e sempre em locações de matar. Isso é ótimo, a realidade é certa, obrigada, mas também precisamos de fantasia e roupas lindas, inusitadas, amores difíceis e Nova York.

p.s.: assisti numa tarde perfeita, eu e mais minhas três grandes amigas, Juliana, Carla e Gabriela. Rimos de nossas piadinhas internas, e choramos como sentimentais que somos. Bah, delícia de mulherada. hehe.

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Breve

01/07/2008 · Deixe um comentário

 

Uma manhã

e somente isso

Sem pensar, mais um passo, mais um pouco

Uma tarde, sol, cinema, amigas

E nada mais parece grave

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